Montando o Ryzen 5700G - MAIS POTÊNCIA! - Maior, Mais Rápido, Mais Silencioso

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Montando o Ryzen 5700G - MAIS POTÊNCIA! - Maior, Mais Rápido, Mais Silencioso

Tabela de conteúdos

  • Introdução
  • Construindo um pequeno PC com o processador Ryzen 7,5700G APU em um gabinete In-Win Chopin
  • Problemas enfrentados com o build anterior
  • Soluções encontradas para os problemas
  • Desempenho do novo build
  • Resultados dos benchmarks
  • Melhorias nos jogos
  • Considerações sobre ruído e resfriamento
  • Consumo de energia e temperaturas
  • Recomendações finais

Construindo o PC perfeito com o Ryzen 7,5700G APU em um gabinete maior 🚀

Há cerca de um mês, decidi montar um PC compacto usando o processador Ryzen 7,5700G APU no gabinete In-Win Chopin. Na época, ficamos impressionados com o desempenho do processador e com o quão bem os jogos rodaram. No entanto, encontramos alguns problemas que afetavam o potencial máximo do sistema. Neste artigo, vou compartilhar com você todas as melhorias que fizemos no novo build, incluindo a troca de gabinete por um modelo maior da Cooler Master. Vamos mergulhar nessa e descobrir como esse novo PC se saiu melhor do que nunca!

Problemas enfrentados com o build anterior

Quando construímos o PC no gabinete In-Win Chopin, encontramos três problemas principais que nos impediam de aproveitar ao máximo o processador Ryzen 7,5700G APU. Primeiro, o gabinete vinha com uma fonte de alimentação de apenas 180 watts, limitando-nos a empurrar o APU além de seus limites. Além disso, o espaço para resfriamento no gabinete era muito limitado, o que levava a algum throttling térmico e ruído excessivo quando o processador era exigido ao máximo. E, por fim, o gabinete não tinha espaço para uma placa de vídeo, limitando nossa capacidade de expandir o sistema. Esses problemas nos levaram a buscar soluções para melhorar o desempenho e a experiência geral do PC.

Soluções encontradas para os problemas

Para resolver os problemas encontrados no build anterior, fizemos algumas mudanças significativas. Primeiro, trocamos a fonte de alimentação por uma EVGA 650 watt SFX de 80 Plus Gold, fornecendo energia mais do que suficiente para alimentar o sistema. Para o resfriamento, optamos por um cooler líquido de 240 milímetros em vez do pequeno Noctua NH-L9a. Essa mudança garantiu um resfriamento mais eficiente e um nível de ruído muito menor. E, finalmente, com o gabinete maior da Cooler Master, tivemos espaço suficiente para instalar uma placa de vídeo dedicada, abrindo possibilidades de expansão para o sistema.

Desempenho do novo build

Com todas as melhorias implementadas no novo build, estávamos animados para ver como o sistema iria performar. Decidimos fazer algumas modificações no overclocking para aproveitar todo o potencial de energia e resfriamento disponíveis. No entanto, após várias tentativas, descobrimos que o ajuste manual do overclocking não nos proporcionou um desempenho significativamente melhor do que o Precision Boost Overdrive (PBO) habilitado. Portanto, optamos por deixar o PBO habilitado, permitindo que o sistema faça o overclock automático de acordo com as necessidades.

Resultados dos benchmarks

Após realizar diversos benchmarks no novo build, ficamos satisfeitos com os resultados obtidos. No Cinebench R20, por exemplo, tivemos um aumento no desempenho geral, passando de 5481 pontos para 5811 pontos. No entanto, ao analisar a pontuação do teste de um único núcleo, encontramos uma pequena diminuição, indo de 580 para 570 pontos. Isso ocorreu devido às diferenças entre o overclock manual e o PBO. Os resultados foram semelhantes em outros benchmarks, como Geekbench e Time Spy, com algumas melhorias no desempenho multi-threaded e gráfico.

Melhorias nos jogos

Uma das principais motivações para melhorar o desempenho do build anterior era alcançar um maior desempenho nos jogos. E, felizmente, nossas expectativas foram atendidas! Jogos como League of Legends e CS:GO, que são conhecidos por serem fáceis de rodar, apresentaram um desempenho excelente. Já em jogos mais exigentes, como Fortnite e Call of Duty, experimentamos um aumento significativo na taxa de quadros, proporcionando uma jogabilidade mais fluida e imersiva.

Considerações sobre ruído e resfriamento

Uma das maiores melhorias que obtivemos com o novo build foi a redução do ruído e a melhoria no resfriamento. Com o gabinete maior e o cooler líquido de 240mm, o sistema se manteve bastante silencioso, mesmo sob carga. Isso foi uma grande vantagem em comparação com o build anterior, onde o ruído do ventilador era bastante audível, até mesmo em situações de uso moderado. Além disso, o novo sistema apresentou temperaturas mais baixas, mesmo durante os testes de estresse mais intensos.

Consumo de energia e temperaturas

Ao comparar o consumo de energia e as temperaturas do novo build com o modelo anterior, observamos algumas diferenças significativas. Em relação ao consumo de energia, o novo sistema apresentou um consumo um pouco mais alto, com uma média de 174 watts durante os jogos e um Pico máximo de 245 watts sob carga extrema. No entanto, é importante ressaltar que esses números estão próximos ao limite da capacidade da fonte de alimentação de 180 watts do modelo anterior. Quanto às temperaturas, o novo sistema se manteve na faixa dos altos 60 graus Celsius durante os jogos, oferecendo uma margem de segurança contra o throttling térmico.

Recomendações finais

Com base em nossa experiência, podemos afirmar que o novo build, com o processador Ryzen 7,5700G APU em um gabinete maior da Cooler Master, é altamente recomendado. As melhorias nas áreas de alimentação, resfriamento e ruído resultaram em um desempenho geral superior e uma experiência de uso mais agradável. No entanto, em termos de overclocking, recomendamos a utilização do Precision Boost Overdrive em vez de ajustes manuais, já que isso proporcionou resultados semelhantes com menos esforço. Agora é com você: qual build você escolheria? Deixe sua opinião nos comentários!

Destaques

  • Construção de um pequeno PC com o processador Ryzen 7,5700G APU no gabinete In-Win Chopin
  • Problemas enfrentados com o build anterior e soluções encontradas
  • Desempenho aprimorado com o novo build
  • Resultados dos benchmarks e melhoria nos jogos
  • Considerações sobre ruído, resfriamento, consumo de energia e temperaturas
  • Recomendações finais para construir o PC perfeito

FAQ

Q: Posso usar o gabinete In-Win Chopin para esse build?\ R: Embora o gabinete In-Win Chopin seja uma opção compacta, ele apresenta limitações de espaço e capacidade de expansão. Recomendamos optar por um gabinete maior, como o da Cooler Master, para uma experiência aprimorada.

Q: É necessário fazer overclock manual no processador?\ R: Com base em nossa experiência, descobrimos que o Precision Boost Overdrive habilitado proporcionou resultados semelhantes ao overclock manual, com menos tempo e esforço. Recomendamos deixar o PBO habilitado para obter o máximo desempenho com facilidade.

Q: O novo build é mais silencioso que o anterior?\ R: Sim, graças ao gabinete maior e ao cooler líquido de 240mm, o novo build apresenta uma redução significativa no ruído em comparação com o build anterior. Agora você pode desfrutar de uma experiência de uso mais tranquila.

Q: Quais jogos apresentaram melhor desempenho com o novo build?\ R: Jogos como League of Legends, CS:GO e Call of Duty tiveram um desempenho significativamente melhor no novo build. Desfrute de taxas de quadros mais altas e uma jogabilidade mais suave.

Q: Qual a temperatura média do processador durante os jogos?\ R: Durante os jogos, a temperatura média do processador ficou na faixa dos altos 60 graus Celsius, proporcionando um desempenho estável sem risco de throttling térmico.

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